quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

O CADERNO - MOMENTO POÉTICO



O Caderno -Toquinho


Sou eu que vou seguir você
Do primeiro rabisco
Até o be-a-bá.
Em todos os desenhos
Coloridos vou estar
A casa, a montanha
Duas nuvens no céu
E um sol a sorrir no papel...
Sou eu que vou ser seu colega
Seus problemas ajudar a resolver
Te acompanhar nas provas
Bimestrais, você vai ver
Serei, de você, confidente fiel
Se seu pranto molhar meu papel...
Sou eu que vou ser seu amigo
Vou lhe dar abrigo
Se você quiser
Quando surgirem
Seus primeiros raios de mulher
A vida se abrirá
Num feroz carrossel
E você vai rasgar meu papel...
O que está escrito em mim
Comigo ficará guardado
Se lhe dá prazer
A vida segue sempre em frente
O que se há de fazer...
Só peço, à você
Um favor, se puder
Não me esqueça
Num canto qualquer...(2x)

sábado, 12 de novembro de 2011

REFLEXÃO






"Não pergunte o que seu país pode fazer por você. Pergunte o que você pode fazer por seu país."

John Kennedy- Ex-presidente dos Estados Unidos da América

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

MEUS OITO ANOS - MOMENTO POÉTICO


Meus Oito Anos
(Casimiro de Abreu)

Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!
Como são belos os dias
Do despontar da existência!
- Respira a alma inocência
Como perfumes a flor;
O mar é - lago sereno,
O céu - um manto azulado,
O mundo - um sonho dourado,
A vida - um hino d'amor!
Que auroras, que sol, que vida,
Que noites de melodia
Naquela doce alegria,
Naquele ingênuo folgar!
O céu bordado d'estrelas,
A terra de aromas cheia,
As ondas beijando a areia
E a lua beijando o mar!
Oh! dias da minha infância!
Oh! meu céu de primavera!
Que doce a vida não era
Nessa risonha manhã!
Em vez das mágoas de agora,
Eu tinha nessas delícias
De minha mãe as carícias
E beijos de minha irmã!
Livre filho das montanhas,
Eu ia bem satisfeito,
Da camisa aberto o peito,
- Pés descalços, braços nus -
Correndo pelas campinas
À roda das cachoeiras,
Atrás das asas ligeiras
Das borboletas azuis!
Naqueles tempos ditosos
Ia colher as pitangas,
Trepava a tirar as mangas,
Brincava à beira do mar;
Rezava às Ave-Marias,
Achava o céu sempre lindo,
Adormecia sorrindo
E despertava a cantar!
Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!

terça-feira, 8 de novembro de 2011

PORTINARI - APRECIANDO ARTE

FUTEBOL


Futebol, de 1935, foi feito com tinta a óleo sobre tela de tecido. tem 97 centímetros de altura por 1 metro e 30 de largura.


SABER MAIS: http://www.portinari.org.br

A ARTE DO BRINCAR - TEORIA E PRÁTICA




                                               Juliana Silva

“O ato de brincar leva as crianças a se colocarem como maiores do que realmente são, resolvendo seus conflitos e articulando estratégias para entendimento do mundo adulto em que mobilizam as suas percepções e imaginação. Nesse sentido, a brincadeira pode ser geradora de zonas de desenvolvimento proximal, pois, ao brincar a criança age no mundo imaginário que, por sua vez, pode refletir padrões das práticas culturais do seu entorno. É, portanto, através do ato de brincar que as referências culturais são recriadas pela criança, pois o exercício da imaginação transforma o real em função dos interesses afetivos e/ ou cognitivos.”( PONTES, p.70)


A música na Ponte da Vinhaça, a qual fala em diversas profissões, proporciona  as crianças trabalharem imitações, além de cantar a música, as crianças participam fazendo gestos e movimentos para representar as profissões. Atividades estas fundamentais para o desenvolvimento das mesmas.

SUGESTÃO DE MÚSICA:

Na Ponte da Vinhaça

Lá na ponte da Vinhaça
Todo mundo passa.
Lá na ponte da Vinhaça
Todo mundo passa.
As lavadeiras fazem assim.
As lavadeiras fazem assim.
Assim, assim,
assim, assim,
assim, assim

Lá na ponte da Vinhaça
Todo mundo passa.
Lá na ponte da Vinhaça
Todo mundo passa.
As costureiras fazem assim.
As costureiras fazem assim.
Assim, assim,
assim, assim,
assim, assim


BIBLIOGRAFIA

VIEIRA, Ana L. X...[ et al.] ; Org: MELO, José. P. de, PONTES, Gilvânia M. D. de  

CHARLES CHAPLIN - MOMENTO POÉTICO



POR ISSO, DEVEMOS VIVÊ-LA INTENSAMENTE!!!